Shadows Rising – Capítulo 12

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No atual capítulo 12, vamos diretamente para o alto mar enfrentar uma terrível tempestade

Com a ajuda de alguns fãs do Cartel (obrigado a todos vocês mais uma vez!) nós compramos o novo livro de World of Warcraft. Intitulado Shadows Rising, o livro foi escrito por Madeleine Roux e conta a história entre o final de Battle for Azeroth e o começo da nova expansão, Shadowlands.

Após Jaina ter ido ao encontro de Alleria e Turalyon no Planalto Arathi, ela tomou conhecimento dos métodos de coerção e interrogação utilizados pelo casal. Nada satisfeita com o que viu, a Maga partiu para Ventobravo para informar o Rei que foi taxativo em sua decisão.

Porém, agora estamos no Capítulo 12, que nos leva para o alto mar. Na companhia de um marinheiro muito engraçado e um Mestre Espião, vamos ver como eles e sua tripulação escaparam de uma terrível tempestade e vamos tentar entender se existe alguma coincidência entre a permanência deles naquele local e a tal tempestade.

Shadows Rising, Capítulo 12 – Atal’gral

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“O que você acha dela? A Bold Arva*! Repita comigo: a Bold Arva! Soa bem, não acha?”, questionou Filinto Belvento enquanto batia no mastro principal da embarcação, “eu mesmo que batizei. O nome antigo, para falar a verdade, era péssimo. Prowse. Dá para acreditar? Quer dizer, me perdoe, mas Prowse?” Mathias Shaw olhava em frente, sem dizer nada, pois ele acreditava que se não dissesse uma única palavra, uma hora Filinto findaria suas reclamações; mas ele estava errado.“Mas o que na verdade é um Prowse? Caramba, parece algo que você tirou do meio de seus dentes. Não, agora está muito melhor! Você acredita que eu ganhei ela em um jogo de dados? Quem seria suficientemente estúpido para apostar esta “moça” linda?”

“Você”, ripostou Shaw sem pensar, “e você estaria bêbado”. 

“Sim, sim! Totalmente bêbado! Ah!”, prosseguiu Filinto com uma gargalhada, “pronto, pronto, pronto, você me conhece bem, Shaw? Fez algumas pesquisas antes da gente embarcar? Por acaso, o que o dossiê diz sobre mim? Que eu sou diabolicamente bonito? Irresistível em todos os sentidos possíveis? Um excelente marinheiro? Mortal com um bacamarte?”

Mas as respostas nada glamourosas teriam que esperar; alguns raios brancos caíram do céu dividindo o horizonte. Momentos depois, ondas abalroaram Bold Arva com tanta força que Filinto teve que abraçar o mastro com uma perna e um braço para não cair. Os marinheiros disparavam ordens, apitos eram soados e nuvens escuras eram vistas se aglomerando, a poucas milhas da proa. Eles, naquele momento, se encontravam no meio de uma grande tempestade.

“Nós devemos ter mais um dia”, declarou Shaw.

 

“Clima de sobrevivência!” – Filinto Belvento, Capítulo 12 

Vociferou Filinto ainda sóbrio o suficiente para dar ordens, “Grigsby para o leme! Mantenham a velocidade, meus moços e moças, mirem nas ondas mais planas! Desenrolem as velas de tempestade e prestem atenção ao convés, ninguém cairá nas águas no meu turno!”

Shaw não ousava soltar suas mãos do corrimão; ele já tinha passado por muitas tempestades durante a campanha da Aliança em Kul Tiraz e sabia que apenas os mais cautelosos e atentos sobreviviam. Pela Luz, ele detestava navegar. Ele só queria um bom escritório escondido atrás de uma estante de livros falsa, uma lareira quente e uma mesa com muito espaço – a única coisa que um bom Mestre Espião precisava. Seu estômago dava voltas e sua mandíbula batia, principalmente depois de uma forte onda que foi ao encontro da proa da embarcação. 

“Que as marés sejam gentis, espero que eles sejam rápidos o suficiente”, disse Filinto ao se aproximar do corrimão atrás de Mathias, com o seu recém-comprado papagaio que lutava para se manter firme em seus ombros, “sinceramente, esta tempestade é realmente perigosa. Se as velas de tempestade são forem desenroladas em breve, nós estaremos verdadeiramente f…”.

Antes que ele pudesse terminar, o choque de uma onda interrompeu sua fala. Ele e Shaw foram jogados pelo convés. Filinto se chocou contra dois marujos, porém Shaw não teve tanta sorte e estava aquaplanando pela superfície escorregadia do convés, indo na direção da borda do navio; suas unhas raspando pela madeira, tentando encontrar alguma fresta para se segurar. No entanto, momentos antes da iminente queda, Filinto Belvento se jogou e conseguiu segurar em uma das mãos do espião.

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“Porém, com a queda, seu peito se chocou contra a madeira do convés, deixando-o sem ar.” – Capítulo 12

Shaw aproveitou o apoio e com a sua mão livre tentou segurar em alguma viga do casco do navio. Por fim, Belvento se recuperou, apoiou seus pés e conseguiu puxar Shaw novamente para bordo. 

“Para o convés debaixo! Suas pernas de marinheiro não estão preparadas para isto e eu também estou bem bêbado, entende? Ninguém cai na água durante o meu turno”, gritou Filinto.

Foi vergonhoso ter que se recolher; a ameaça de uma nova onda fez com que o mais seguro fosse engatinhar até às escadas que o levariam até ao convés debaixo. A água invadia a escadaria, apesar de não haver sinais de inundação. Enquanto Mathias se dirigia para o convés recluso, ele viu Belvento puxar um marujo que passava por perto. Para Shaw aquilo parecia o caos, porém aqueles homens e mulheres faziam suas funções perfeitamente, mesmo que parecesse que eles estavam correndo de um lado para o outro, sem direção.

“As ondas mais planas”, gritava Filinto ao mesmo tempo que segurava o marujo pelo casaco. 

“A neblina está densa, mas Nailor está no cesto da gávea e avistou um espaço. Vamos trazê-la para baixo e seguir o caminho, deveremos encontrar um caminho mais seguro se formos para o norte.” A conversa era em gritos, porém os dois mantinham a calma. 

“E Melli?”

“Nunca vi tanta velocidade assim na minha vida, capitão”, acenou o marinheiro. Filinto se referia a Melli Spalding, uma das melhores Sábias das Marés de Kul Tiraz, que foi prontamente retirada da armada de Proudmoore. No começo ela pareceu não se dar muito bem com o grupo, porém, um dia após Grigsby ter fabricado uma flauta, ela saiu da sua reclusão e começou a tocar algumas músicas tão lindas, deixando quase todos em lágrimas.

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Imagem por: Anexsantis

 

“Sua voz soava tão assombrosa e estaladiça quanto os ventos gelados da Geleira Minguante.” – Capítulo 12

“Nós vamos sobreviver a isto?”, Mathias exigia saber, escorado contra a parede para que um marinheiro pudesse passar. Filinto desceu as escadas em direção a Mathias Shaw, que partia para a cabine do capitão.

“Não, não, está tudo certo Shaw; completamente certo! Nós vivemos para estas tempestades; elas nos mantêm preparados” explicou Filinto entre uma risada, e prosseguiu “difícil encontrar uma tripulação tão boa quanto esta. Melli e Nailor vão nos levar adiante, você vai ver”. Como era de se esperar, Filinto foi até ao armário das bebidas em busca de algo para beber. “Apenas uma coisinha para acalmar as tripas”, assegurou Filinto depois de dar uma boa golada direto da garrafa.

“Tenho a certeza disso”, suspirou Shaw, “deveríamos ter tido mais tempo.” Filinto se encontrava na janela, observando os impactos furiosos das ondas na embarcação.

“Talvez sua fonte tenha mentido.”

“Talvez”, replicou Shaw, “ou talvez este seja apenas a abertura e o verdadeiro show sequer tenha começado.”

“Eu não considerei essa possibilidade”, respondeu Filinto. “Bem, se sua fonte realmente estiver certa, isto realmente é só a abertura. Os mares teoricamente seriam intransponíveis, porém “tcharan!”, nós passamos!” No entanto, após sua última frase, gritos e vozes desesperadas eram ouvidas e, logo em seguida, alguém bateu na porta.

“Talvez tenha falado cedo demais.”

“Entre”, convidou Shaw. O marinheiro por quem eles tinham passado ao se dirigir para a cabine do capitão entrou e ele tinha suas roupas chamuscadas.

“Fogo?”, gritou Belvento ao mesmo tempo que jogou a garrafa contra o marujo, “Fogo, Swailes? Como é que pode ter fogo?”

“Um trovão, capitão, e…”

 

“Deixa para lá…” – Filinto Belvento, Capítulo 12

Reclamou Filinto ao jogar o marinheiro para o lado e se dirigindo para fora, seguido de perto por Mathias. No convés eles avistaram o mastro principal servindo de rastilho para os barris de pólvora. Eles passaram pela chuva e pelas ondas, o que deixou o barco úmido – mas vulnerável. O próprio Mathias sabia que se as chamas atingissem os barris, a explosão seria imensa e mandaria toda a tripulação pelos ares.

“Bem, o fogo foi uma surpresa”, admitiu Filinto Belvento. Shaw poderia tê-lo avisado sobre os passos que se aproximava. Melli Spalding cutucou Filinto e acenou com seus braços; suas magias fizeram com que água presente no convés viajasse até cada foco de incêndio e apagasse as chamas. Várias ovações partiram dos membros da tripulação da Bold Arva

“Muito bem Melli! Muito bem!”

Porém Mathias Shaw não estava com disposição para celebrações. Ele investigava os danos no mastro, as velas queimadas e as provisões destruídas ao mesmo tempo que ele ouvia a tempestade. Afinal eles haviam adentrado nas águas Zandalari e ele não podia deixar de acreditar que aquela tempestade fora conjurada contra eles. Mas quem possuía uma magia como aquela? E onde eles encontrariam essas pessoas? 

“Senhor! Mensagem para si, senhor! Quer dizer, eu digo.. um tubarão… Uma coisa para o senhor!” Era Swailes novamente, que tinha em sua posse um tubarão gnômico, que era usado para enviar mensagens pelo mar e era, definitivamente, muito mais difícil de ser detetado do que um pombo. 

“É sempre assim com você?”, perguntou Filinto em meio a uma risada enquanto Shaw abria o tubarão e recolhia os pergaminhos enrolados que estavam dentro do aparelho.

 

“São tempos inquietos e eu não deixo de ser um Mestre Espião só por estar a bordo de um navio.” – Mathias Shaw, Capítulo 12

Respondeu Shaw, que confiava que a sua tripulação poderia consertar os estragos do navio. Assim sendo, ele se dirigiu novamente para o baixo convés, em busca de saber o que os seus espiões haviam descoberto. O assunto não poderia ser revelado aos olhos de todos e por mais que Anduin o tivesse assegurado que a tripulação havia sido escolhida a dedo, Shaw não queria ser observado pelos olhares curiosos.

“Um pouco paranoico, não?” Filinto o seguiu sem disfarçar, cambaleando e batendo em tudo, notavelmente bêbado. Enfim na cabine do capitão, Shaw sentou-se bem distante do armário das bebidas, diretamente abaixo de um retrato gigante de um Goblin de um olho e quatro dentes apenas. Aquele era Bold Arva, um dos primeiros imediatos de Filinto Belvento e que, supostamente, foi morto em um acidente com um arpão. Portanto o nome Bold Arva era, então, uma homenagem ao Goblin.

Shaw ouviu os ruídos normais da embarcação, que por fim navegava normalmente. Já Filinto se instalou confortavelmente, com suas botas esporadicamente batendo na mesa. 

“São de sua namorada?”

“Dificilmente. São relatórios de inteligência dos meus agentes infiltrados na Horda”, respondeu Shaw. 

“Oh! Escandaloso! Muito paranoico!” gargalhou Filinto, acompanhado de sua garrafa novamente. 

“Só porque assinamos um armistício com a Horda não significa que não estamos de olho neles. Só um louco confunde tempos de paz com complacência”, explicou Shaw de forma seca.

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“Então, o que há de novo com a Horda?” – Filinto Belvento, Capítulo 12

“Alguma traição sendo preparada?”

Mathias lia as mensagens rapidamente; elas, no entanto, eram escritas em código para evitar que pessoas não treinadas naquele código específico pudessem ler o conteúdo dos relatórios. Eficiente e cauteloso. Ele não tinha conseguido destacar um agente para vigiar cada um dos membros do novo Conselho da Horda, mas ordenou que eles escolhessem seus alvos assim que chegassem a Orgrimmar.

Narsilla Keensight, codinome Lancer**, optou por focar a sua atenção em Lor’themar Theron. Lancer, um velho contato Elfo Sangrento dos Destronados, não tinha qualquer lealdade à Horda ou à Aliança, apenas ao ouro – coisa que Mathias providenciava para ela regularmente. Seus relatórios sempre faziam jus ao preço que ela cobrava. Por fim, e fazendo uso da sua “plateia”, Mathais começou a ler em voz alta:

“Lor’themar passa seus dias estudando, apesar de, por vezes, eu ver ele olhando para o nada e posteriormente escrevendo algo na margem de seu livro. Lendo, lendo.”

Aquela era a forma de um agente relatar que nada de importante estava acontecendo. 

“Mais 5 dias de leitura. Ainda lendo. Sem progresso. Pelo menos eu consegui acessar um de seus tomos quando ele saiu para jantar. Parece que ele está compondo poesia ou redigindo notas de esfera mais íntima. Ao lado de uma passagem alusiva as energias Sagradas ele escreve “Meu lírio do anoitecer se volta para o Sol a cada dia que passa.”

Em seguida, Filinto caiu na risada imediatamente.

“Lírio do anoitecer? Hm… Eu estou confuso; confuso, porém encantado! Então, tem mais?”

 

“Não sobre a flor, infelizmente.” – Mathias Shaw, Capítulo 12

“Mas ela descreve um incidente que ocorreu numa reunião do Conselho com a Rainha Zandalari. Algo realmente importante: uma tentativa de assassinato por parte de um Troll. Então alguém de dentro da Horda tem como alvo a Rainha Talanji…” explicou Mathias Shaw enquanto deixava a mensagem de lado, satisfeito por ter conhecimento dessa tentativa de assassinato.

“Isso pode explicar as tempestades”, disse Filinto, enquanto fazia seu dedo dançar no gargalo da garrafa.

“Como assim?”

“Se alguém quer a Rainha morta, talvez ela tenha colocado todo o continente isolado. Ninguém entra e ninguém sai até eles terem, por fim, ciência sobre o assassino.”

“Isso é irritantemente razoável”, confessou prontamente Shaw.

“Ora, muito obrigado!”

“Esta mensagem é sobre um contato Goblin, Krazzet, o Bishop***…” Assim que ouviu o nome, Filinto cuspiu a bebida que tinha na boca.

“Krazzet? O Krazzet? Eu conheço ele; um danado assustador que gostava de apostar na Angra do Facão!”

Mathias se controlou para não dar um pontapé na mesa. Problematicamente, o pirata tinha razão – aquela informação realmente estava no dossiê de Krazzet.

“Ah, eu sinto falta daquele cara. Perdi meu último papagaio chamado Bong-bong para ele num jogo de cartas. Sempre me pergunto o que terá acontecido com a ave.”

“Bem, realmente, Kraz acha que a tentativa de assassinato prejudicou as coisas dentro da Horda. A Rainha se retirou imediatamente e em seguida eles enviaram seus próprios espiões atrás dela, um Troll chamado Zekhan. Interessante… Talvez eles são sejam tão leais à Horda como pensamos”, informou Shaw.

“Como você fez com que Krazzet dedurasse as coisas para você, se é que eu posso perguntar?”

 

“Papagaios… Um elevado número de papagaios.” – Mathias Shaw, Capítulo 12

“Ele não mudou nada. Mas espera aí, não é meio grosseiro eles terem enviado um espião até à Rainha? Ela quase morreu e agora eles não confiam nela? Talvez ela esteja em conluio com Sylvana, hein? Isso é o que estamos aqui para investigar, não é? E se a Horda não confia nela, talvez nós estejamos atrás da mesma coisa!”, relatou Filinto abraçando a garrafa contra seu peito.

Shaw não tinha tempo para entrar em detalhes, mas não existia “nós” ali. Quem estava atrás de informação era a Agência Ventobraviana de Inteligência. “A Horda pode não ser nossa amiga, mas eles não são estúpidos. Na minha experiência, uma conspiração é fácil de ser detectada a partir do momento que você sabe por onde começar. Provavelmente eles enviaram um espião por preocupação – um bem esperto.”

Alguém bateu gentilmente na porta. 

“Quem deseja?” Era a Sábia das Marés Melli, que enfim abriu uma fresta na porta e colocou a sua cabeça nela.

“Desculpe atrapalhar, mas uma nova tempestade se aproxima. Eu queria falar com você sobre ela, sobre este tempo; não pode ser algo aleatório e isto não é um tipo de magia que eu conheça. É como se eles soubessem que estamos aqui, como se eles tivessem enviado esta fúria contra nós.”


Glossário

* Bold Arva Bold Arva poderá ser traduzido como Arva Destemido ou Arva Corajoso.
** Narsilla Keensight, codinome Lancer – Keensight, de forma literal, poderá ser traduzida como Vista Perspicaz ou Vista Aguçada (Keen = Perspicaz, Aguçada; Sight =  Vista, Visão). Já Lancer é lanceiro(a).
*** BishopTraduzir literalmente esta frase é complicado, pois a palavra “Bishop” se refere à forma do Goblin falar (e não a Bispo). Segundo a passagem do livro, Krazzet enrola bastante a fala e quando ele diz que “está meio bêbado” (I’am a bit slopped), Filinto (e outros) entendem que ele diz “I’m abrrrshop”.

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Imagem por: WOW-lio

World of Warcraft Shadowlands

World of Warcraft Shadowlands é a oitava expansão do maior MMORPG de todos os tempos. De acordo com a Blizzard, ela chega no dia 26 de outubro de 2020, às 20h. Shadowlands conta então a história pós-eventos de Battle for Azeroth. Com o propósito de acabar com o domínio sobre o Flagelo, Sylvanas destrói o Elmo da Dominação do Lich Rei Bolvar Fordragon, liberando o Flagelo e rompendo o véu que liga o mundo dos vivos para o mundo dos mortos.

Reinos ocultos de maravilhas e horrores aguardam quem chegar ao outro lado. As Terras Sombrias são o lar de todos os que já se foram, um reino entre mundos cujo tênue equilíbrio preserva a vida e a morte.

É neste cenário que os Heróis de Azeroth precisam tentar evitar que a máquina da Morte seja quebrada e acabe com o Mundo como conhecemos. Você pode saber tudo sobre a expansão em nossa hub.



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Xalasca
Admin
20 de agosto de 2020 12:44

Tá bom demais isso ai

Orochi
Orochi
24 de agosto de 2020 01:30

Esse casal *-*

Last edited 1 mês atrás by Orochi
Erica
Erica
2 de setembro de 2020 15:30

Creio que foi o melhor capítulo que li até então! =O


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